sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Coleção de decepções


O que fazer então quando a paciência acaba? Quando a paciência se esgota? E quando toda a razão se vai? Se possível alguém me diz, porque eu não sei. Prometi pra mim mesma que esse texto não seria sobre você, e não será.
A questão é: Pra todo lado que eu olho, eu vejo pessoas sendo o que não são. Porra, é fulano mentindo, fingindo, enganando, magoando, decepcionando. E a dor disso é irreparável. As pessoas entram na nossa vida para construir algo, ou simplesmente para destruir. E a segunda opção é consequentemente a mais freqüente.
Ninguém é responsável pelas expectativas que você cria. Então, ninguém é responsável pelas decepções e tombos que você leva. Não culpe ninguém pelas conseqüências das suas próprias escolhas. Vai, idiota. Confia, se apega, se apaixona. Você que sabe. Mas eu já vou dizendo, o final já é previsto: Você irá tomar no cu.
E caramba, eu entendo muito bem disso. Confiei, me apeguei, me apaixonei, tomei no cu. E meio que, ele é o melhor ser humano entre os piores que já conheci. Ou o pior entre os melhores. Não sei. Vi pessoas que eu amo partindo. E doeu. Não no corpo, mas na alma. Droga, prometi que esse texto não seria mais um sobre você.
Enfim, o que eu espero é que se você tem um bom coração, não entregue pra qualquer um. Não se arrisque. Tenha certeza de que aquela pessoa é a certa. E se não for, pelo menos você saberá que vai valer a pena enquanto dure e que não será só mais uma decepção para a sua coleção.
Não se perca por causa de otários que passarão pela sua vida. Você merece muito mais que isso.

                                                      Ana.

Nenhum comentário:

Postar um comentário